Comparar-nos-ei a bancos de dados, vejo metáforas como chaves para o maior entendimento do ser humano. Este que como um banco de dados, quando analisado em toda sua magnitude é único.
Com toda essa unicidade, continuamos dependentes, temos a necessidade de formar pares, trios, tribos, gangues. Temos a necessidade eminente de trocar dados, compartilhar freqüências e assim nos sentirmos conectados à outros bancos.
Quanto maior a quantidade de dados compartilhada, maior é a afinidade, essa que cresce de forma exponencial, ligando cada vez mais os bancos, dando a dupla aquela sensação de unicidade já conhecida, onde recomeça a busca por outros bancos.
Assim então é instituída a sociedade, seres únicos tentando, mesmo que de forma pífia, fugir da unicidade a qual estão fadados por sua própria estrutura.
Somos então sós, mesmo em bandos acabamos representando apenas um.
Por esse motivo somos tão apegados as diferenças, ela é a principal das maneiras desesperadas de conseguirmos ser mais que um. Diversidade forma o plural.
Devemos então aceitar todas as formas de ser um. Se fizermos com sucesso, seremos um grupo de únicos, um grupo diverso que quando somado forma todas as faces da humanidade.
Concordo com o seu ponto de vista, somos individualidades entrelaçãs em um todo. Mas sempre queremos que isso seja negado, que nos transformemos numa única opinião ou senso.
Um beiijo !