Diversidade: O Plano

Comparar-nos-ei a bancos de dados, vejo metáforas como chaves para o maior entendimento do ser humano. Este que como um banco de dados, quando analisado em toda sua magnitude é único.

Com toda essa unicidade, continuamos dependentes, temos a necessidade de formar pares, trios, tribos, gangues. Temos a necessidade eminente de trocar dados, compartilhar  freqüências e assim nos sentirmos conectados à outros bancos.

Quanto maior a quantidade de dados compartilhada, maior é a afinidade, essa que cresce de forma exponencial, ligando cada vez mais os bancos, dando a dupla aquela sensação de unicidade já conhecida, onde recomeça a busca por outros bancos.

Assim então é instituída a sociedade, seres únicos tentando, mesmo que de forma pífia, fugir da unicidade a qual estão fadados por sua própria estrutura.

Somos então sós, mesmo em bandos acabamos representando apenas um.

Por esse motivo somos tão apegados as diferenças, ela é a principal das maneiras desesperadas de conseguirmos ser mais que um. Diversidade forma o plural.

Devemos então aceitar todas as formas de ser um. Se fizermos com sucesso, seremos um grupo de únicos, um grupo diverso que quando somado forma todas as faces da humanidade.

1 Comentário

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Uma resposta para Diversidade: O Plano

  1. Concordo com o seu ponto de vista, somos individualidades entrelaçãs em um todo. Mas sempre queremos que isso seja negado, que nos transformemos numa única opinião ou senso.

    Um beiijo !

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